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A história do avião de Maduro para Cuba e o jornalismo do Departamento de Estado dos EUA

A história do avião de Maduro para Cuba e o jornalismo do Departamento de Estado dos EUA

A informação de que um avião aguardava Maduro com destino à Cuba é mais um capitulo das fake news divulgadas pelo Departamento de Estado Americano em relação à Venezuela; a versão caiu como uma luva para a narrativa dos jornalistas que embarcaram na versão do sucesso do golpe de Guaidó
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Reprodução
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, estava pronto para deixar o país na manhã de ontem, 29, mas que teria sido convencido pela Rússia a permanecer em Caracas.
Para dar ares de realidade a sua fala após mais uma tentativa fracassada de golpe patrocinada pelos EUA, Pompeo ainda disse que Maduro tinha um avião estacionado ao lado de onde se encontrava e que seu destino seria Cuba.
A informação é mais um capitulo das Fake News divulgadas pelo Departamento de Estado Americano em relação à Venezuela.
Durante toda a manhã de terça-feira a assessoria de imprensa do órgão alimentou os veiculos de comunicação e jornalistas alinhados aos EUA, como os comentaristas da Globo News, com a história de que Guaidó tinha o apoio de todo o comando das Forças Armadas. E que dessa vez Maduro estava derrotado.
Quem assistiu a análises, por exemplo, de comentaristas como Ariel Palácios, que pela manhã já falava sobre os rumos da nova Venezuela, ficava com a narrativa criada por Pompeo.
Quando ficou claro que tudo não passava de mais uma tentativa fracassada da oposição golpista e que Guaidó não tinha nem uma dezena dos 2 mil generais do país a seu favor, houve cobrança por parte desses jornalistas. Principalmente dos europeus e americanos. Foi neste momento que a versão do avião para Cuba e da ordem da Rússia surgiram.
A versão caiu como uma luva para a narrativa dos jornalistas que embarcaram na versão do sucesso do golpe de Guaidó. Todos deram como se isso justificasse suas analises equivocadas. E há ainda os que chamam isso de jornalismo profissional. Triste jornalismo.

Projeto reserva 20% das vagas em concursos para alunos de escolas públicas

Projeto reserva 20% das vagas em concursos para alunos de escolas públicas

  
Da Redação | 26/04/2019, 17h25
Tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o projeto de lei (PL 2.312/2019) que reserva 20% das vagas de concursos para candidatos que tenham cursado os ensinos fundamental e médio integralmente em escolas públicas. O autor da matéria, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), sugere que a medida seja adotada durante 20 anos.
A regra vale para cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração federal, em autarquias, fundações, empresas e sociedades de economia mista controladas pela União. A reserva será aplicada sempre que o número de vagas oferecidas no concurso for igual ou superior a três. Os editais devem especificar o total de postos destinados a cada cargo ou emprego.
O candidato deve comprovar no ato da posse que cursou os ensinos fundamental e médio em escolas públicas. Para isso, deve apresentar histórico escolar original ou cópia autenticada. Se for constatada declaração falsa, o candidato é eliminado do concurso. Se já houver sido nomeado, responde procedimento administrativo para anulação da admissão ao serviço público. Nesse caso, o infrator deve devolver todos os custos do Poder Público com seleção, admissão e treinamento.
O cotista pode disputar ao mesmo tempo as vagas destinadas à ampla concorrência. Nesse caso, o nome não é computado para o preenchimento das vagas reservadas. Caso haja desistência de cotista aprovado em vaga reservada, ela será preenchida pelo candidato cotista posteriormente classificado. Se não houver cotistas aprovados em número suficiente para ocupar as vagas reservadas, as remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência.
Na justificativa do PL 2.312/2019, Fabiano Contarato classifica a qualidade do ensino público no Brasil como “deplorável”: “Falta de tudo. Falta giz, falta carteira, falta ventilador, falta professor e falta merenda. Quem tem coragem de dizer que o pobre concorre em condições de igualdade com o superatleta dos concursos, que viaja para Miami para relaxar após a prova? Devemos dar oportunidades de ingresso no serviço público de forma igualitária à parcela mais pobre da sociedade”, argumenta o senador.
O projeto aguarda o recebimento de emendas até esta sexta-feira (26). Se for aprovada na CCJ, a matéria segue direto para a Câmara — a não ser que haja um recurso assinado por pelo menos nove senadores para a votação do texto no Plenário da Casa.FONTE- Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

PRINCIPAIS DIREITOS E DEVERES DO CIDADÃO À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL!

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